quarta-feira, 10 de agosto de 2011

À sombra da guilhotina


André Chenier, o jovem e já glorioso poeta, de uma beleza impressionante, coração fogoso que aninhava os mais puros e generosos sentimentos – vivia para o amor, um grande e único amor, e para o bem de sua pátria. Plebeu, apaixonou-se pela nobre e linda Madalena, e era plenamente correspondido. Mas, o orgulhoso Marques de Coigny, pai da jovem, jurou que nunca aceitaria para marido de sua filha, um poeta, um filho do povo. Defensor ardente dos deserdados, André Chenier combateu os injustos privilégios da nobreza e tomou parte na grande revolução que imortalizou a França, mas contrário ao ódio e a vingança, condenou os excessos e os crimes que os sanguinários homens do terror praticavam em nome da liberdade, da Igualdade e da Fraternidade. Naqueles dias trágicos, a sombra da guilhotina se projetava sobre a aristocrática Madalena, que sofria numa prisão. A lâmina fatal deverá cortar a adorável cabeça da mulher que André tão apaixonadamente ama. No paroxismo da sua dor, na ânsia de salvar aquela criatura que é a alma de sua alma, André, resolveu dar sua vida, entregar-se ao carrasco em troca da vida de Madalena. E ela, a apaixonada, que fez ao saber que o homem amado ia consumar aquele sacrifício de amor. 
Uma verídica e maravilhosa história de amor, plena de poético encanto e de insuperável suspense.

Grande Hotel Edição Mensal - Nº 37
À sombra da guilhotina
1973 - Editora Vecchi
70  Páginas
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