sábado, 9 de julho de 2011

Ana Karenina


Durante a adolescência e a juventude, Ana Karenina, sempre sonhara com o grande amor. E o queria reinando absolutamente na sua vida a dois. Mas, para Alexandre que o destino uniu a Ana, o amor-paixão, o amor-romance, só podiam ser breve parêntese na existência de um homem, que tem que progredir na sua carreira e conquistar bem estar e riqueza. Assim, pois, os dias de Ana transcorrem, tristes, monótonos, porem confortáveis. Alexandre só se ocupa de seus afazeres de alto funcionário, e, nos raros momentos de dialoga com a esposa só fala de seus progressos e projetos. Nunca a palavra amor é pronunciada nestas conversas, fortemente desinteressantes para uma mulher isenta de ambição. De improviso, quando Ana Karenina está longe de suspeitar que isso fosse acontecer aquele grande amor de seus sonhos de moça, pleno de exaltação surgiu diante dela, personificado num galhardo oficial: O Conde Danilo Wronsk. E os dois ardendo na mesma chama, a qual mais apaixonada, vivem um romance de amor delirante. Essa paixão que os enfeitiça tem horas excelsas e tem horas sombrias, felicidade imensa e cruéis remorsos. Nela o poema e o drama se misturam e se confundem. Ana Karenina é uma das mais eletrizantes histórias de amor de todos os tempos, e uma jóia literária de valor máximo. Dostoievski disse: "Ana Karenina é a obra de arte perfeita".

Grande Hotel Edicão Mensal - Nº 17
Ana Karenina
1971 - Editora Vecchi
74  Páginas

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